Homem é procurado por suspeita de matar funcionário com golpes de barra de ferro na cabeça, diz polícia
22/01/2026
(Foto: Reprodução) Chefe que matou funcionário é procurado
Um homem suspeito de ter matado um de seus funcionários com golpes de barra de ferro na cabeça é procurado pela polícia. Wolney dos Santos Fernandes, de 23 anos, atacou George Thiago Versiano, de 40, enquanto os dois estavam no local de trabalho, no pátio de uma loja de materiais de construção, em Catalão, no sudeste de Goiás. A agressão foi filmada por uma câmera de segurança (veja acima).
O Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) expediu o mandado de prisão preventiva contra Wolney no dia 13 de janeiro. A Polícia Civil divulgou um banner para o recebimento de informações que possam levar ao paradeiro do suspeito de homicídio qualificado.
O g1 procurou o TJGO, pedindo o contato da defesa de Wolney, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
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O crime aconteceu no dia 24 de dezembro, véspera de Natal, depois que o chefe e o funcionário começaram a discutir após George fingir que jogaria uma enxada em Wolney. De acordo com a TV Anhanguera, depois de ter sido atingido várias vezes com a barra de ferro, George foi socorrido e levado para a UPA de Catalão e, depois, transferido para um hospital de Itumbiara. Dez dias depois, ele não resistiu e morreu.
Wolney dos Santos Fernandes é procurado por ser suspeito da morte do funcionário George Versiano, em Catalão. Crime aconteceu na véspera de Natal
Reprodução/ TV Anhanguera
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De acordo com a TV Anhanguera, Wolney chegou a se apresentar à delegacia, para depor sobre o caso, enquanto a vítima ainda estava viva. No depoimento, o suspeito afirmou atuava como chefe imediato de George e que ele teria chegado bêbado, o que foi comunicado ao dono da loja, que determinou que ele fosse afastado da função.
Segundo Wolney, George quis permanecer no local e, então, recebeu uma ordem de serviço dele. Nesse momento, começou a briga que aparece nas imagens da câmera de segurança.
George Thiago Versiano foi morto com uma barra de ferro pelo chefe, em Catalão
Reprodução/ TV Anhanguera
Trabalho como diarista
Ao g1, uma pessoa que trabalha na loja, que pediu para não ser identificada, negou a versão que Wolney deu à polícia, de que seria chefe de George. Segundo essa pessoa, os dois trabalhavam na mesma função, de ajudante geral. "Não tem chefe de ninguém. Todos trabalharam iguais", disse.
Ainda de acordo com essa pessoa, os dois estavam trabalhando como diaristas, não tendo vínculo empregatício fixo com a loja. A situação é a mesma da maioria dos funcionários do local, em função da dificuldade de achar pessoas para trabalharem no ramo de construção.
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