George Henrique e Rodrigo são condenados a devolver caminhão à produtora em mais um capítulo de briga judicial
06/02/2026
(Foto: Reprodução) George Henrique e Rodrigo são condenados a devolver caminhão a produtora em mais um capítulo de briga judicial, Goiás
Divulgação/Tribunal de Justiça de Goiás
Os cantores George Henrique e Rodrigo foram condenados a devolver um caminhão à produtora Worldshow Promoções em mais um capítulo de uma briga judicial que se estende desde o ano passado. O valor do processo descrito no site do Tribunal de Justiça de Goiás ultrapassa R$ 750 mil.
A decisão é da 6ª Vara Cível da Comarca de Goiânia do dia 13 de março de 2025, do juiz Carlos Eduardo Rodrigues de Sousa. O g1 entrou em contato com a defesa da dupla e com a empresa Worldshow para um posicionamento, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.
Na decisão, a Justiça concedeu um prazo de cinco dias para que a dupla entregasse de forma voluntária o caminhão. A defesa da dupla interpôs vários recursos para revogar o resultado, porém o juiz de direito Carlos Eduardo manteve a sentença.
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Em outubro, a dupla conseguiu que a Justiça revogasse a reintegração de posse do caminhão. A revogação foi proferida pelo desembargador Altamiro Garcia Filho da 10ª Câmara Cível.
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Prazo de 20 dias
No dia 16 de dezembro de 2025, o Tribunal de Justiça concedeu 20 dias para que a dupla entregasse o veículo, considerando que eles trabalham de forma itinerante. A dupla não cumpriu o novo prazo.
Na quinta-feira (5), o juiz Carlos Eduardo Rodrigues de Sousa expediu um mandado de busca e apreensão para a reintegração de posse do veículo. O juiz determinou o prazo de cinco dias para a devolução.
O documento também destacou que medidas coercitivas e constritivas podem ser usadas. O juiz destacou ainda que o caminhão não tem seguro, o que pode gerar multas à empresa proprietária.
Tutela de urgência
Em outra briga judicial, em abril de 2025, a dupla conseguiu na Justiça uma tutela de urgência para impedir que a produtora com quem tinham contrato dificultasse o trabalho. Os músicos movimentaram uma ação de rescisão contratual para confirmar judicialmente o fim do vínculo com a empresa, que chegou a cobrar multas rescisórias de R$ 18 milhões.
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