Funcionário que morreu em assalto a joalheria que deixou quatro mortos tinha acabado de realizar sonho de ter um carro, diz família
17/09/2026
(Foto: Reprodução) Suspeito de participação em assalto de joalheria continua preso
O funcionário que morreu em um assalto a uma joalheria que deixou quatro mortos em Goiânia tinha acabado de realizar o sonho de ter um carro, segundo a família. Ao g1, a irmã dele, que preferiu não se identificar, disse que Renato da Silva Costa estava muito feliz com a conquista e tinha planos de passar o Natal e o Ano Novo com a família. Ele era natural do Pará e deixou duas filhas e a esposa.
O crime aconteceu no final da tarde de terça-feira (15Segundo a Polícia Militar, tudo começou quando dois criminosos chegaram ao local se passando por clientes interessados em um par de alianças), no setor Campinas. Um casal anunciou um assalto à loja e mandou que os funcionários ficassem junto à parede. Renato tentou pegar a arma dos assaltantes, atirou contra eles, mas foi atingido. Ele foi socorrido, mas morreu no hospital.
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Ao g1, a irmã de Renato disse que ele era esforçado, trabalhador, alegre e brincalhão. Segundo ela, o corpo deve ser levado para Tucuruí, no Pará, onde será velado.
Funcionário que morreu em assalto tinha acabado de realizar sonho de comprar carro, diz irmã
Arquivo pessoal/Danielly Silva
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Assalto
Segundo a Polícia Militar, tudo começou quando dois criminosos chegaram ao local se passando por clientes interessados em um par de alianças. Ao entrar, o casal anunciou o assalto, portando uma arma, e ordenou que os funcionários se posicionassem junto à parede.
Renato reagiu e tentou tomar a arma, mas foi atingido no braço e no tórax. Ele foi encaminhado para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
No decorrer do assalto, funcionários conseguiram tomar a arma usava pelos suspeitos e atiraram contra eles, que morreram no local. Um outro suspeito de envolvimento no assalto e conseguiu fugir, mas foi encontrado e morreu durante o confronto, segundo a Polícia Militar.
Assalto a joalheria em Goiânia termina em mortes
Reprodução/TV Anhanguera
A polícia prendeu o motorista de aplicativo que disse ter sido contratado por R$ 70 mil para dirigir e se passar por refém do casal. A defesa dele não foi localizada.
Ao g1, o capitão Gustavo Arantes disse que o crime teve quatro pessoas envolvidas, mas que apenas três entraram na joalheria.
"Dos três que entraram, dois morreram no local, um casal, um homem e uma mulher. Quem matou foi a vítima, que reagiu e pegou a arma e matou. Os outros dois que fugiram, um foi preso, o motorista, que se entregou. O quarto autor confrontou com a polícia e morreu", relatou.
Em nota, a Polícia Civil de Goiás informou que o caso é investigado sob sigilo pela Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC) como crime de latrocínio, roubo seguido de morte. A polícia aguarda os laudos periciais.
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